FÉLIX (Harvey) de Mary Chase

Auditório do Bescénico

Adaptação, Dramaturgia e Encenação:

Graça P. Corrêa

Cenografia: José Teresa Marques; Figurinos: Maria Gonzaga; Luz: Ruka Marcelino; Som: Pedro Moura; Montagem: Mário Correia, António Assunção; Produção e financiamento: Bescénico/Banco Espírito Santo; Com: Catarina Barros, Dionísio Marçal, Eugénia Martins, João Ribeiro, João Silvestre, Luis Cavaco, Lurdes Silvestre, Nuno Barros, Patrícia Domingues, Silvino Lopes, Telma Rochate.

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A possibilidade do delírio como expressão. Uma alta comédia de estrutura clássica, cuja temática incide sobre os preconceitos morais e as atitutes sociais face à diferença e àquilo que se considera ser ‘loucura’. Em cena, encontram-se pessoas ‘normais’ e muito respeitáveis que no entanto reagem de forma irracional e absurda quando confrontadas com o homem que ousou ser diferente.

1998

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