GILLES DE RAIS de Graça P. Corrêa

Comuna – Teatro de Pesquisa

Encenação e Dramaturgia:

Graça P. Corrêa

Cenografia: Luis Balula; Ass. Cenografia: Álvaro Pina; Figurinos: Rafaela Mapril; Luz: Jorge Barata; Som: José Pedro Caiado; Produção: Associação Estudantes, ESTC; Com: Ana Saragoça, Andreia Oliveira, Ângela Bárrio, António Fontinha, Artur Pestana, Carlos Aurélio, Carlos Pessoa, Eva Cabral, Fátima Cecílio, Graça Corrêa, Isabel Simões, João Didelet, João Nunes, Jorge Parente, Julio Martin, Manuela Pedroso, Marina Albuquerque, Rosa Alexandre, Rui Resende, Victor Freitas, Vitor Santos, um cão.

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Na transição da Idade Média para o Renascimento, duas figuras contraditórias destacam-se como expoentes do final de uma época e de toda uma ordem social e espiritual. Joana d’Arc, uma jovem rapariga do povo  ‘iluminada por Deus’ que morreu queimada na fogueira da Inquisição por heresia (e também por razões políticas); e Gilles de Rais, um senhor feudal ‘maldito’, ligado aos poderes ocultos, assassino de centenas de crianças, julgado e enforcado pelos seus crimes (e também por razões políticas). Misturando facto e ficção, a peça cruza a história dos dois, que lutaram lado a lado contra os invasores Ingleses, com a de diversos outros personagens reais seus contemporâneos, numa trama reveladora de factos usualmente omissos da historiografia ‘oficial’.

Julho 1990

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